Escrito por Época - 27/04/06 11:39:16
Pedido ao padre Cícero
Além de costurar a aliança com o PFL, o tucano Geraldo Alckmin terá de promover as pazes entre o governador Lúcio Alcântara e o senador Tasso Jereissati, do Ceará. Os dois não se falam desde o começo de abril, quando Tasso levantou suspeitas de que o filho de Lúcio, o deputado Léo Alcântara, estaria se beneficiando de contratos com o governo do Estado. O governador, que deve ser candidato a reeleição, e o senador, que ainda não deu sinais de que vá apoiá-lo, vão se encontrar no próximo domingo, no palanque de Alckmin, em Juazeiro do Norte, terra do padre Cícero.
Ronald Freitas
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Escrito por Época - 27/04/06 12:40:18
As voltas que o mundo dá
Na votação da MP 281 que isenta de Imposto de Renda os investidores estrangeiros que comprarem títulos públicos, ontem à noite, na Câmara dos Deputados, os grandes defensores do projeto do governo foram os petistas deputados Arlindo Chinaglia e Henrique Fontana. Contra o favorecimento ao capital estrangeiro, o deputado Rodrigo Maia (PFL-RJ), que já trabalhou no mercado financeiro. A MP foi aprovada.
Andrei Meireles
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Escrito por Revista Época - 27/04/06 13:25:39
Sinal de crise
A decisão de adiar para o dia 24 de maio a indicação do vice na chapa de Geraldo Alckmin (PSDB) é sinal de que o PFL teme o fracasso da candidatura tucana. Em 1994, quando FHC se elegeu pela primeira vez, o partido de ACM e Bornhausen, que sente o cheiro do poder, apresentou Guilherme Palmeira como vice no dia 3 de maio. A essa altura, todas os palanques estaduais estavam definidos. Em agosto, Palmeira foi substituído por Marco Maciel depois que se descobriu que um assessor do senador alagoano recebeu dinheiro de um empreiteira.
Ronald Freitas
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